geraldo-alckminGeraldo Alckmin – SP

O atual governador de São Paulo, Geraldo Alckmin ( PSDB), tem se mostrado um verdadeiro inimigo dos animais, muito mais comprometido com os exploradores do que com o nossos irmãos de outras espécies.

 

Talvez a única empreitada boa

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Apesar de grande mobilização, até agora nada de regulamentação….

do  atual governador de São Paulo, tenha sido a aprovação do Projeto de lei 777/2013 que proíbe os teste em animais para o desenvolvimento de produtos cosméticos no Estado de São Paulo, e diga-se de passagem , que foi necessária uma enorme mobilização por parte de ativistas da defesa animal, pois o risco do referido projeto ser vetado era deveras grande. Mesmo tendo aprovado o projeto de lei, ele ainda não foi regulamentado por Alckmin. Em outras palavras, não percebemos ainda nenhum efeito prático, e os animais continuam como as mesmas cobaias da indústria de cosméticos.

Além disso TODAS universidades públicas paulistas utilizam-se em larga escala de experimentação animal em cursos das áreas biológicas, mesmo ja sendo provado internacionalmente a possibilidade de substituição  de animais vivos por métodos alternativos para fins de ensino.

Geraldo Alckmin acumula uma extensa lista de fatos e envolvimentos contra os animais:
             

È tão ligado à indústria do sofrimento que ele mesmo faz questão de subjugar os bois para as lentes da grande mídia.

 Rodeios.

O governador é amplamente favorável a rodeios e outros esportes violentos contra animais.
Os rodeios e as vaquejadas no Estado de São Paulo ocorrem às centenas, dos menores aos maiores, inclusive Alckmin não perde a oportunidade de fazer seu “merchan político” no maior rodeio do Brasil, que é realizado na Cidade de Barretos.

Como se não bastasse , em 2005, Geraldo Alckmin impetrou com uma ADIN ( ação direta de inconstitucionalidade) contra o artigo do projeto de lei 707/2003   que iria proibir para sempre o rodeio em nosso Estado. Por conta desta manobra política, o processo esta sob júdice no STF e centenas de animais continuam a ser explorados e feridos em treinamentos e festas de rodeios.

 Veganos e vegetarianos.

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Animais enclausurados para “alimentação” humana.

Quem é adepto deste posicionamento social que é o veganismo sabe das adversidades que se encontra  ao consumir produtos industrializados ,haja vista completa confusões de nomes técnicos e o número de ingredientes que compõem cada produto.Mais uma vez, Geraldo Alckmin  vetou um importante projeto , amplamente constitucional, que visava alertar os consumidores , sejam eles veganos ou não, do que estavam comprando. O PL determinava que: “Na comercialização de qualquer produto que contenha animal, componente animal ou que tenha sido elaborado através de método que utilize animal, o consumidor seja informado destas circunstâncias.”

Com a justificativa de “inarredável inconstitucionalidade” e dizendo “que a comercialização dos bens produzidos no país não se limita ao espaço de um determinado Estado. Ademais, se a produção e o consumo ocorrem no âmbito da Federação, sobressai obstáculo lógico ao intento de estabelecer regra de rotulagem para o território do Estado de São Paulo,” o governador negou à sociedade o direito de escolher os seus produtos com clareza e de acordo com seus princípios, que é o caso dos defensores dos animais, veganos e vegetarianos.

Polícia militar cavalos, cachorros explorados.

Cavalaria da polícia militar do Estado de São Paulo, coloca animais em risco de morte

A Policia Militar  de São Paulo escraviza centenas de cavalos e cachorros. Ao invés de investir em tecnologia e treinamento dos policias, em plena era da sociedade da informação, utiliza-se de animais indefesos como verdadeiras armas de guerra, normalmente contra a desarmada população civil.             Conforme observado desde junho de 2013  até agora. Mesmo “abafando” os inúmeros problemas causados a esses animais.

É muito comum ver lançados  pobres cavalos contra  agressivas torcidas organizadas de times de futebol .

Armam os cavalos como se fossem combatentes e submetem estes pobres animais a treinamentos de guerra, havendo constantes acidentes com eles, como admitido pela própria policia militar em entrevista sobre “novos equipamentos para a copa”:     “A viseira causa uma diferença de visibilidade com o reflexo da luz e, de regra, o material de montagem deve ser minimalista, uma vez que qualquer novo equipamento pode deixá-los irritados e desconfortáveis. Não por menos, houve cenas de desequilíbrio e acidentes. As botas tiveram que ser testadas em diferentes pisos nas ruas”

 

Cavalos são animais extremamente dóceis e passivos. Não deveriam ser explorados dessa maneira. Como nenhum animal deve. Lugar de cavalo é nas pastagens naturais e não no caos das cidades. São seres vivos e não ESCUDOS!


Rodoanel e mais morte de animais

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Fora os animais mortos, centenas de outros mutilados…

O trecho sul das obras do rodoanel, que compreende uma grande parte da mata Atlântica, levou à morte mais de 100 espécies de animais silvestres. Muitos dos animais mortos eram ameaçados de extinção, caso de gambás, cobras, macacos bugios, corujas orelhudas entre outros.
A DERSA (Desenvolvimento Rodoviário S.A.), empresa do Governo que administra as obras do Rodoanel, informou que dos 137 animais enviados para recuperação, 105 morreram. Outros 371 foram devolvidos para a mata sem danos. Porém, os animais mortos representam 21,9% dos que passaram pelas mãos dos técnicos da empresa. Esse envio foi detectado pela superintendência do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) no Estado de São Paulo, que multou a empresa em R$ 282,5 mil por recolher animais da fauna silvestre durante as obras do Trecho Sul do Rodoanel sem autorização.

 

Policia civil e Policia militar em apuração de denuncias de maus tratos.

Se nem apuração dos crimes o Estado de São Paulo consegue fazer, quanto mais julga-los

Os órgãos policiais do Estado de São Paulo são uma verdadeira lástima quando o assunto é apuração de infrações criminais contra animais domésticos. A grande maioria das denuncias são arquivada ou pouco efeito pratico resultam. Não há um procedimento uniformizado para todo Estado, cada delegacia age de uma forma: umas contatam CCZs das cidades ( que
normalmente são sinônimos de ineficiência e precariedade estrutural) para acompanhar , outras agem por si etc. Apenas conseguimos algum sucesso quando nos deparamos com delegados e policias bem intencionados em resolver os casos, o que é quase uma raridade.Tudo isso por conta  da falta de prioridade que Geraldo Alckmin trata a questão em nosso estado.

 

Violência contra ativistas no instituto Royal.

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Senhores de Idade e Mulheres de joelho: Alto risco para a segurança púbica.

A tropa de choque paulista, sob comando maior do governador Geraldo Alckmin,  agiu com extrema truculência em um protesto pacifico pela libertação dos  Beagles  do  ilegal e  extinto instituto Royal. Crianças, idosos e mulheres foram atingidas por tiros de bala de borracha em plena rodovia Raposo Tavares. Nem os jornalistas foram poupados.( como quase sempre acontece em qualquer manifestação pacífica sobre qualquer assunto em São Paulo)

 

Caça ilegal de capivaras na Marginal Pinheiros.

Dezenas delas mortas e se acidentando em um dos locais mais artificiais do Estado.

Já faz algum tempo, que  várias capivaras voltaram a habitar as poluídas águas da Marginal Pinheiros, localizada na cidade de São Paulo. Com elas, muitos caçadores também apareceram.
O biólogo do projeto Pomar Alexandre Soares suspeita que moradores da favela do Jaguaré e funcionários de obras que ficam próximas ao rio caçam os animais para comer. O abate a capivaras e crime segundo a Lei 5.197/7 (Brasil 1967) que proíbe a caça e determina que animais silvestres são de propriedade do Estado.

Outro risco é o de atropelamentos por carros nas pistas da marginal “Em 2005, pelo menos dez motoristas nos telefonaram para falar que passaram por cima desses animais”, diz Soares.

Apesar de todo aparato jurídico obrigando o Estado a proteger dos animais, o governo de São Paulo pouco ou nada fez, resultado: dezenas de capivaras caçadas e mortas, atropeladas no meio de uma das maiores metrópoles do mundo. Nem ao menos uma proteção para impedir que elas avançassem sobre a pista foi feita.